sábado, 27 de agosto de 2011

Semana Nacional da pesoa com Deficienciam

Á partir de dia 25 de agosto começarão as felizes comemorações da semana á nós voltada!Eu penso como isso acontece em sua semana nacional mas ainda vivemos com tanta incoerência!O que temos pra comemorar?BONS E BEM-REMUNERADOS EMPREGOS RESERCADOS DE FORMA IGAUL MAS RESPEITANDO A EQUIDADE??Bons atendimentos e equipamentos de qualidade quando precisamos já que não somos bem remunerados equipamentos de órteses e próetses??Acredito eu que o ideal seria que as vagas reservadas fossem em todos os niveis mas quando a gente encontra um deficiente trabalhando normalmente é em vagas de produção e várias outras formas discriminatórias que nem vale á pena citar já que o MP,o MTPS fecham os olhos e ai vemos ouytra parte desempregada ou vivendo do Loas 1 salario mínimo com o qual deve se manter não importa como.Na hora de exercxer o ir e vir até o passe livre!!!!Em cada pequeno municipio temos de fazer uma carteira que demora em média 5 meses,como se de uma cidade pra outra mudássemos de situação fôssemos cadeirantes,deficientes visuaia,auditivos,baixa mobilidade ou outra defici~encia de um lugar pra outro!Hipocrisia e ai vamos bater papo e comemorar a semana nacional da pessoa com defici~encia dar um bolo e eles esquecem quye o mobiliário urbano não é acessivel,que dificultamos a vida deles o máximo que podemnos com o passe que nunca é livre ,que o acesso ao trabalho respeitando cotas é o mais dificil possivel só quando não tem jeito é respeityado!!

Fica aqui uma preocupação pra dividir com quem costuma ler minhas linhas escritas tão simplesmente:até quando brincaremos de faz de contas?ESTAMOS EM 2011!!!!




SUELI

IBDD COTAS



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edição nº171
26/08/2011








20 ANOS DA LEI DE COTAS
Empresas esquecem a responsabilidade social na hora de contratar 5,5 milhões de pessoas com deficiência










Em duas décadas de vigência da lei, apenas 21% das vagas foram preenchidas

Vinte anos depois da criação da Lei de Cotas em 24 de julho de 1991, apenas 21% das vagas destinadas às pessoas com deficiência estão ocupadas. Apesar de duas décadas percorridas para alcançar esta marca, ela ainda é insignificante tanto em relção ao total exigido pela lei, quanto em relação à População Economicamente Ativa (PEA) de pessoas com deficiência. Uma comparação feita pelo IBDD do número de vagas preenchidas pela cota com o da PEA de pessoas com deficiência mostra uma diferença preocupante.

De acordo com um levantamento do jornal Folha de São Paulo, em 2009 havia 289 mil pessoas com deficiência empregadas no mercado de trabalho do paí­s. Esse número representava 21,4% das vagas que deveriam estar ocupadas nas empresas pela Lei de Cotas. Se o cumprimento da lei chegasse a 100% o número de empregados pularia para 1,350 milhão de pessoas com deficiência. Ainda assim, esse número de vagas seria insuficiente frente à População Economicamente Ativa (PEA) de pessoas com deficiência, estimada em 5,741 milhões em 2010 - número já expurgado em 30% levando em consideração as pessoas com deficiência impossibilitadas de trabalhar.

O descumprimento da Lei de Cotas, além de não ter fiscalização e punição exemplares, deve-se a pouca oferta de oportunidades de trabalho pelas empresas ainda presas ao preconceito em relação à capacidade profissional das pessoas com deficiência. A paulista Rosana Cardoso de Castilho, sabe bem o que isso significa.``As empresas cansam de dizer que não contratam porque faltam pessoas com deficiência qualificadas. Não é verdade``, garante ela. ``As empresas só oferecem vagas de auxiliar administrativo para as pessoas com deficiência, achando que os deficientes não são qualificados. Eu sou formada em Ciências Contábeis, com MBA em Logí­stica e, quando procuro emprego, o encarregado diz que meu currí­culo é ótimo mas que, aquela vaga, não é para deficiente. É puro preconceito``, desabafa Rosana, paraplégica que usa bengala para se locomover e está desempregada há dois anos, mesmo morando em Taubaté, uma região com forte concentração industrial.

O IBDD, com experiência de 13 anos na inclusão de pessoas com deficiência no mercado de trabalho, comprova a realidade apontada por Rosana. Seu banco de currí­culos possui 31% de pessoas com ensino superior, mas este ano apenas 6% das vagas trabalhadas pelo Instituto eram destinadas a esse público.``Antes de reclamar da Lei de Cotas, as empresas deveriam pensar mais nos cinco milhões de brasileiros que integram a População Economicamente Ativa de pessoas com deficiência", critica Teresa Costa d'Amaral, superintendente do IBDD.








foto Rodrigo Soldon

Ministério do Trabalho: fiscalização indispensável




Instituto Brasileiro dos Direitos da Pessoa com Deficiência





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edição nº165
05/07/2011











Senador Lindbergh Farias abrirá seminário sobre os 20 anos da Lei de Cotas para pessoas com deficiência no mercado de trabalho










O senador Lindbergh Farias, presidente da Subcomissão Permanente de Assuntos Sociais das Pessoas com Deficiência do Senado, será um dos palestrantes do seminário sobre os 20 anos da Lei de Cotas que o IBDD, junto com a Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência da OAB/RJ, realiza no dia 25 de julho no Rio.

O seminário vai celebrar os 20 anos da criação da Lei 8.213, de 24 de julho de 1991, que estabeleceu cotas de vagas para pessoas com deficiência nas empresas privadas. Apesar dos avanços conquistados pela lei para a inclusão das pessoas com deficiência no mercado de trabalho, os desafios para a empregabilidade ainda são grandes. "A lei proporcionou avanços em relação ao ponto zero, mas ainda há muito que se lutar para que a pessoa com deficiência seja respeitada e as empresas passem a olhá-las como profissionais capazes", afirma a superintendente do IBDD, Teresa Costa d'Amaral.

Levantamento recente com base na Relação Anual de Informações Sociais (Rais), do Ministério do Trabalho e Emprego, mostra que o mercado de trabalho encolheu 12% entre 2007 e 2009, eliminando 43 mil vagas para pessoas com deficiência. Os dados provam que a lei é descumprida sistematicamente, pois a legislação manda que as vagas das pessoas com deficiência dispensadas sejam preenchidas por outras igualmente deficientes.

Esse retrocesso deve ser atribuído à falta de fiscalização por parte do MTE nas empresas e pelo uso indiscriminado do Termo de Ajuste de Conduta (TAC) nos acordos entre as empresas e o Ministério Público do Trabalho, que flexibiliza o cumprimento da Lei de Cotas. "Toda lei é feita para ser cumprida. Vinte anos já foram suficientes para que as empresas passem a empregar pessoas com deficiência como rotina", diz Teresa d'Amaral.









Senador Lindbergh Farias




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domingo, 7 de agosto de 2011

MAIS ACESSIBILIDADE URBANA dEFICIENTES VISUAIS

Deficientes visuais sofrem com a falta de acessibilidade urbana no RN

Calçadas altas, degraus, falta de sinalização. São vários os problemas que fazem do ir e vir um direito quase inalcançável por essas pessoas.



Por Redação

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Como se já não bastasse o obstáculo imposto com a vida, os deficientes visuais do Rio Grande do Norte têm que conviver ainda com os obstáculos físicos da ruas. Quando a calçada não é muito alta, é tomada por carros e motos.

Segundo o presidente do Instituto de Educação e Reabilitação de Cegos, Marcos Antônio da Silva, até o que foi feito em favor dos deficientes visuais pode ser um perigoso obstáculo à mobilidade urbana

ACESSIBILIDADE URBANA ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Em Arquitetura sustentável (veja mais 81 artigos nesta área)
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Acessibilidade urbana do portador de necessidades especiais e a sociedade
Por Karolinne Sotomayor Azambuja




O presente artigo trata das dificuldades que o portador de necessidades enfrenta no meio social. O objetivo principal que desencadeou este estudo foi a necessidade de reintegração social desse indivíduo no contexto social e urbano das cidades, para que seja aceito como um integrante participativo e ativo na sociedade.
Foi elaborado primeiramente através de pesquisas a conceituação da deficiência como um fator indispensável para se entender melhor o problema físico que afeta o portador, em seguida a relação da deficiência com o indivíduo, para compreender o problema psíquico, depois a relação do portador com a sociedade a fim de possibilitar um entendimento ao preconceito existente e por último as limitações impostas ao deficiente mostrando o fruto de uma sociedade despreparada para receber esse indivíduo.

Através das pesquisas realizadas foi-se possível compreender o comportamento da sociedade e do próprio deficiente em relação ao seu problema, foi-se possível definir de um modo geral o que é a deficiência e o que ela representa para a pessoa que a adquire.

Analisando também o centro da cidade de Campo Grande em Mato Grosso do Sul, foi-se possível constatar a criação de barreiras arquitetônicas que impossibilitam a acessibilidade do portador e o por quê da existência dessas barreiras limitadoras.

Devido toda essa análise, conclui-se que o problema dos portadores não é conviver somente com suas próprias limitações mas também com as limitações que a sociedade através de seu preconceito impõe por meio de barreiras tanto atitudinais quanto arquitetônicas.

Consultando-se um dicionário, a deficiência pode ser definida como uma falha, falta , defeito. Em seu sentido mais amplo, tratando-se de deficiência no ser humano, é conceituada como um defeito no corpo, na mente ou no organismo de uma pessoa.

Em 1980, a Organização Mundial de Saúde (OMS), elaborou a Classificação Internacional de Impedimentos Deficiências e Incapacidades, na qual considera três níveis de condições, onde o organismo não desempenha satisfatoriamente suas funções. Esses níveis estão definidos a seguir:

a)IMPEDIMENTO Refere-se a uma alteração psicológica, fisiológica ou anatômica (dano ou lesão) sofrida pelo indivíduo.

b)DEFICIÊNCIA Sequelas resultantes de um impedimento e, que venha restringir a execução de uma ou mais atividades consideradas normais às pessoas.

c)INCAPACIDADE Impossibilidade de uma pessoa viver integrada ao seu meio em virtude de uma deficiência, considerando a idade, sexo, fatores sociais e culturais.

Já, as deficiências, de acordo com sua origem, e a parte do organismo que atingem, se dividem em quatro grandes grupos, que se definem e se comportam em:

a)DEFICIÊNCIA FÍSICA: É por definição uma deficiência localizada no corpo do indivíduo. Assim estão classificados a vítima da poliomielite (paralisia infantil), a vítima de uma lesão medular, os amputados e outros. Geralmente é bem visível e necessita de aparelhos auxiliares para minorar o problema.

b)DEFICIÊNCIA SENSORIAL: São aquelas localizadas nos órgãos dos sentidos, como deficiência visual e auditiva.

c)DEFICIÊNCIA MENTAL: Existe neste aspecto todo um grupo de pessoas com déficit mental como os portadores de Síndrome de Down, incluindo também as vítimas de desnutrição crônica e da completa falta de estimulação.

d)DEFICIÊNCIA ORGÂNICA: Todas aquelas que atingem um órgão ou função de um órgão, é a categoria mais difícil de se definir e classificar por ser a menos assumida e a mais esquecida. O indivíduo que se encaixa nesta categoria , sem dúvida alguma, são os cardíacos. (Moura, 1992).

Um problema que pode-se levantar a respeito destas conceituações é que a deficiência, se confunde muito com incapacidade , devido às condições encontradas pelos portadores de necessidades especiais , na sua tentativa de se integrar ao meio.

Porém, a incapacidade não provém de uma deficiência aparente, um indivíduo em condição de aparente normalidade pode de fato se tornar deficiente se, sentir-se incapaz de realizar as tarefas do cotidiano. Essa deficiência chama-se imaginária.

Essa deficiência imaginária é fruto do medo do fracasso e não de uma anormalidade qualquer, é o caso de Marilene que relata:"Eu tenho duas pernas e dois braços perfeitos e não consigo praticar esporte. É uma deficiência neste campo."
A deficiência poderá deixar de ser considerada como tal na medida que se conseguir levar a pessoa a se realizar em áreas em que possa desempenhar com competência. Podemos então concluir que existe uma grande diferença entre ser portador de uma deficiência e se sentir com deficiência.

O que acontece é que cada pessoa reage de uma maneira diferente em cada situação , e por falta de uma boa orientação, tende-se mais a padronizar reações negativas condicionadas por aspectos sociais, do que pelo fato em si, a definição de Moura (1992) enfatiza esse aspecto:

Assim como toda deficiência é socialmente estigmatizante, o indivíduo portador de uma deficiência se sente censurado e tende a gerar sentimentos e comportamentos comprometidos. Assim, uma mínima anormalidade, por falta de um bom trabalho de reabilitação, pode se tornar um mal incapacitante com prejuízos à pessoa e à coletividade em geral.

Ä tendência excessiva tanto da negação quanto da sua dramatização, leva à distorção da percepção, dificultando uma convivência, digamos pacífica, com um problema comum, e que poderá transformar uma deficiência real leve em uma deficiência imaginária muito mais profunda. Enfim, a deficiência – física , sensorial, mental e orgânica – só torna-se de fato um problema, quando não bem tratada.(Ferreira, 1984).

UMA QUESTÃO SOCIAL

A marginalização social em relação as pessoas deficientes se manifesta na dificuldade que o portador de necessidades especiais tem em participar do processo produtivo da sociedade, pois não lhe é acessível o direito à educação e à profissionalização.

Essas limitações são impostas pela estrutura social que não reconhece esse direito e acaba não oferecendo então, acesso a essas oportunidades. O que a sociedade não percebe é que a deficiência física não é algo que lesa ou incapacita a pessoa, nem a causa de alguém ter limitações para agir.

O que lesa ou impossibilita a ação é o preconceito em nossa sociedade, que apesar de alguns avanços, prefere ver o portador de deficiência à distância, segregado em algumas instituições especializadas ou em sua própria casa. Para enfatizar isso,basta observar o quanto a arquitetura urbana é despreparada para receber a pessoa portadora de necessidades especiais.

Isto acaba levando o portador a acreditar que ele é um problema. Nessa situação a pessoa deficiente nem chega a perceber que a deficiência, pela própria natureza, é um problema social e não individual, pois não nascemos para ser deficientes, nascemos para ter liberdade física total.

A única maneira da deficiência passar a ser extremamente suportável é quando o deficiente encontra todo um meio adequadamente preparado para poder lutar pela nova vida. Como vencer desafios é uma marca do homem, quando são desafios possíveis de serem vencidos, ele vai à luta com maior disposição e sempre contando com o apoio e estrutura que a sua situação sócio-econômica permite.(Moura, 1992)

Enquanto para o portador de deficiência, em contato com um meio inadequado, as perspectivas são as piores possíveis, a possibilidade de se tornar um inválido social é grande. Portanto um coitadinho.

REABILITAÇÃO E REINTEGRAÇÃO

Na realidade , o que se faz até hoje em reabilitação nada mais é do que seguir o modelo médico, puramente funcionalista, onde o importante é apenas reabilitar algumas funções físicas e fisiológicas do cidadão e deixar o resto para a pessoa ou a família resolver.
Como se pode deduzir, isto é apenas uma pequena parte do processo de reabilitação, uma vez que o ser humano não é um ser isolado. É preciso, de fato, pensar em um processo global de reintegração social, com todas suas implicações, tirando o indivíduo portador de uma deficiência da sua potencial condição de marginalizado.

É necessário reabilitar nossa sociedade, para que o portador de necessidades especiais seja visto como pessoa, como um ser que sente e vive, e não pela sua deficiência.

A reabilitação deve ser um processo global de reintegração social da pessoa com deficiência , que vai desde a reorganização psico-física do indivíduo à uma revisão ampla e irrestrita de todo o processo educacional da sociedade, propiciando ao portador o desenvolvimento de todo o deu potencial humano.(Botomé, 1984).

BARREIRAS ATITUDINAIS

Chamamos de barreiras tudo aquilo que impede uma pessoa reabilitada de desempenhar o seu livre direito de ir e vir, em última análise o seu papel de cidadão, com direitos e deveres comuns a todos. Podemos dividi-las simplesmente em barreiras naturais e barreiras sociais ou culturais.

Tirando as barreiras naturais que são relativas à topografia e as condições climáticas naturais do meio ambiente, vamos nos deter nas barreiras sociais, pois estas são as que mais interferem na vida do portador de deficiência atualmente.

Como barreiras sociais ou culturais, isto é, construídas ou criadas pelo homem na sua relação com o meio social, temos as barreiras atitudinais e as barreiras arquitetônicas, sendo esta última em nosso entender, fruto da primeira, uma vez que tendo uma atitude de “não ver” o portador de deficiência, o homem constrói coisas de acordo com a sua necessidade e capacidade orgânica: basta olhar a arquitetura das cidades.(Moura, 1992)

A conclusão é obvia, são as barrreiras atitudinais. O preconceito, o fator maior que dificulta a completa integração social da pessoas com deficiência. O preconceito ou barreiras atitudinais são o elemento impeditivo. Estes de maneira geral aparecem mascarados na forma de excesso de piedade ou na forma de elogio exagerado.

É portanto, o portador de deficiência um coitadinho em potencial, com mil e uma barreiras a serem vencidas , todas elas a impedi-lo de ter uma vida normal. Se olharmos com atenção à nossa volta, poderemos perceber com facilidade as barreiras arquitetônicas. Uma escada íngreme sem corrimão, ou uma porta estreita demais, um piso escorregadio, enfim um sem número de elementos arquitetônicos a impedir o livre acesso dos portadores. Se prestarmos atenção, a diminuição de várias barreiras não teria um custo absurdo e facilitaria a vida não só da pessoa com deficiência, mas de toda uma população, urbana principalmente.

A ansiedade e a frustração causada por uma barreira, seja arquitetônica ou atitudinal, é de tal magnitude que na prática determina o início de um processo de incapacitação da pessoa com deficiência, a partir da própria pessoa, pela introjeção do olhar público, do preconceito.

O processo de reintegração social só irá de fato acontecer quando a atitude preconceituosa , tanto da sociedade quanto do portador, deixar de existir, e só acontecerá quando um programa de conscientização for elaborado com a colaboração de toda a sociedade civil.

BARREIRAS ARQUITETÔNICAS NOS CENTROS URBANOS

O centro urbano de Campo Grande, Mato Grosso do Sul, usado neste estudo, apresenta diversas barreiras que impedem o livre acesso do Portador de necessidades especiais.

As calçadas do centro até apresentam uma continuidade regular, porém o comércio em sua maioria possui lojas que compõem degraus em seus acessos principais. Degraus mínimos que facilmente poderiam ser substituídos por pequenas rampas de acesso.

Em alguns trechos da cidade, nas áreas com aclives ou declives, as calçadas não apresentam continuidade, a construção e manutenção cabe ao responsável pelo imóvel, que não tem conscientização de seu uso coletivo. Se não há preocupação em facilitar o acesso para pessoas sem deficiência, imagine para as pessoas com limitações.

O mobiliário urbano também pode ser considerado uma barreira arquitetônica se estiver localizado em um espaço urbano específico que não permite um deslocamento seguro para o portador.
Concluindo, É importante darmos continuidade às calçadas sem criarmos desníveis muito acentuados, evitarmos plantar espécies vegetais que prejudicam a circulação e estarmos atentos na eliminação de obstáculos que possam prejudicar a passagem do portador pela calçada, já, esta deve possuir 1,50m de largura no mínimo.

A inserção social é indispensável para que todo homem seja aceito como um integrante participativo na sociedade. Ter livre acesso ao espaço urbano é de fundamental importância para o portador de deficiência física.
Disso depende o seu crescimento pessoal, político e social. A simples constatação de que existem barreiras arquitetônicas e ambientais já limita por si só, o espaço existencial do portador de deficiência, que fica sem motivação para sair de casa e integrar-se na vida de sua comunidade.

Para concluir este artigo, deve-se aprofundar um estudo mais detalhado das cidades em relação as suas barreiras arquitetônicas a fim de integrar o deficiente em seu meio, sem impedimentos, e é necessário também uma conscientização geral da sociedade, mudar o seu modo de pensar, para aceitar a necessária convivência deste cidadão com a população que o cerca.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

Adequação das edificações e do mobiliário urbano à pessoa deficiente.Rio de Janeiro,CE2065, CB2 1991.
FERREIRA, Rafael C. V. Ser deficiente não é defeito. São Paulo, PBQ.
FERREIRA, Marcos R. BATOMÉ. Silvio P . Deficiência Física e Inserção Social A Formação dos Recursos Humanos. Caxias do Sul, EDUCS, 1984.
MOURA, Luiz C.M. A Deficiência nossa de cada dia De coitadinho a super-herói. São Paulo, IGLU.
PAIVA, Marcelo R. Feliz Ano Velho. São Paulo, Brasiliense, 1983.
PROENÇA, Iva F. Posso ajudar você? Minha experiência com meu filho excepcional. São Paulo, EDICON, 1987.
Projeto Rio-Cidade e a Questão da Acessibilidade para as pessoas com Dificuldade de Locomoção.

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Eu e o mundo.

interesses comuns unem pessoas de várias facetas,classes sociais,religião visão politica nesta miscelânia que se tornou o Brasil.A língua que se fala igual mas com sotaques diferenciados,assim é a regra do jogo!Me sinto feliz em ser assim,livre apaixonada pela vida e muito grata á Deus pelas oportunidades de conhecer tanto a questão do turismo por exemplo imprescindivel para a independência do cidadão deficiente cadeirante muito me faz feliz toodas as pessoas que eu falo que moro só viajo só,vivo só me hospedo carrego bagagem tiro fotos enfim isto me torna sueli.Não a cadeirante!!uso uma cadeira de rodas mas é apenas um detalhe!rsrsrsrs