Á partir de dia 25 de agosto começarão as felizes comemorações da semana á nós voltada!Eu penso como isso acontece em sua semana nacional mas ainda vivemos com tanta incoerência!O que temos pra comemorar?BONS E BEM-REMUNERADOS EMPREGOS RESERCADOS DE FORMA IGAUL MAS RESPEITANDO A EQUIDADE??Bons atendimentos e equipamentos de qualidade quando precisamos já que não somos bem remunerados equipamentos de órteses e próetses??Acredito eu que o ideal seria que as vagas reservadas fossem em todos os niveis mas quando a gente encontra um deficiente trabalhando normalmente é em vagas de produção e várias outras formas discriminatórias que nem vale á pena citar já que o MP,o MTPS fecham os olhos e ai vemos ouytra parte desempregada ou vivendo do Loas 1 salario mínimo com o qual deve se manter não importa como.Na hora de exercxer o ir e vir até o passe livre!!!!Em cada pequeno municipio temos de fazer uma carteira que demora em média 5 meses,como se de uma cidade pra outra mudássemos de situação fôssemos cadeirantes,deficientes visuaia,auditivos,baixa mobilidade ou outra defici~encia de um lugar pra outro!Hipocrisia e ai vamos bater papo e comemorar a semana nacional da pessoa com defici~encia dar um bolo e eles esquecem quye o mobiliário urbano não é acessivel,que dificultamos a vida deles o máximo que podemnos com o passe que nunca é livre ,que o acesso ao trabalho respeitando cotas é o mais dificil possivel só quando não tem jeito é respeityado!!
Fica aqui uma preocupação pra dividir com quem costuma ler minhas linhas escritas tão simplesmente:até quando brincaremos de faz de contas?ESTAMOS EM 2011!!!!
SUELI
sábado, 27 de agosto de 2011
IBDD COTAS
Informe IBDD
O IBDD mais perto de você
edição nº171
26/08/2011
20 ANOS DA LEI DE COTAS
Empresas esquecem a responsabilidade social na hora de contratar 5,5 milhões de pessoas com deficiência
Em duas décadas de vigência da lei, apenas 21% das vagas foram preenchidas
Vinte anos depois da criação da Lei de Cotas em 24 de julho de 1991, apenas 21% das vagas destinadas às pessoas com deficiência estão ocupadas. Apesar de duas décadas percorridas para alcançar esta marca, ela ainda é insignificante tanto em relção ao total exigido pela lei, quanto em relação à População Economicamente Ativa (PEA) de pessoas com deficiência. Uma comparação feita pelo IBDD do número de vagas preenchidas pela cota com o da PEA de pessoas com deficiência mostra uma diferença preocupante.
De acordo com um levantamento do jornal Folha de São Paulo, em 2009 havia 289 mil pessoas com deficiência empregadas no mercado de trabalho do país. Esse número representava 21,4% das vagas que deveriam estar ocupadas nas empresas pela Lei de Cotas. Se o cumprimento da lei chegasse a 100% o número de empregados pularia para 1,350 milhão de pessoas com deficiência. Ainda assim, esse número de vagas seria insuficiente frente à População Economicamente Ativa (PEA) de pessoas com deficiência, estimada em 5,741 milhões em 2010 - número já expurgado em 30% levando em consideração as pessoas com deficiência impossibilitadas de trabalhar.
O descumprimento da Lei de Cotas, além de não ter fiscalização e punição exemplares, deve-se a pouca oferta de oportunidades de trabalho pelas empresas ainda presas ao preconceito em relação à capacidade profissional das pessoas com deficiência. A paulista Rosana Cardoso de Castilho, sabe bem o que isso significa.``As empresas cansam de dizer que não contratam porque faltam pessoas com deficiência qualificadas. Não é verdade``, garante ela. ``As empresas só oferecem vagas de auxiliar administrativo para as pessoas com deficiência, achando que os deficientes não são qualificados. Eu sou formada em Ciências Contábeis, com MBA em Logística e, quando procuro emprego, o encarregado diz que meu currículo é ótimo mas que, aquela vaga, não é para deficiente. É puro preconceito``, desabafa Rosana, paraplégica que usa bengala para se locomover e está desempregada há dois anos, mesmo morando em Taubaté, uma região com forte concentração industrial.
O IBDD, com experiência de 13 anos na inclusão de pessoas com deficiência no mercado de trabalho, comprova a realidade apontada por Rosana. Seu banco de currículos possui 31% de pessoas com ensino superior, mas este ano apenas 6% das vagas trabalhadas pelo Instituto eram destinadas a esse público.``Antes de reclamar da Lei de Cotas, as empresas deveriam pensar mais nos cinco milhões de brasileiros que integram a População Economicamente Ativa de pessoas com deficiência", critica Teresa Costa d'Amaral, superintendente do IBDD.
foto Rodrigo Soldon
Ministério do Trabalho: fiscalização indispensável
Instituto Brasileiro dos Direitos da Pessoa com Deficiência
e-mail: informativo@ibdd.org.br
www.ibdd.org.br
IBDD FONTE
O IBDD mais perto de você
edição nº165
05/07/2011
Senador Lindbergh Farias abrirá seminário sobre os 20 anos da Lei de Cotas para pessoas com deficiência no mercado de trabalho
O senador Lindbergh Farias, presidente da Subcomissão Permanente de Assuntos Sociais das Pessoas com Deficiência do Senado, será um dos palestrantes do seminário sobre os 20 anos da Lei de Cotas que o IBDD, junto com a Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência da OAB/RJ, realiza no dia 25 de julho no Rio.
O seminário vai celebrar os 20 anos da criação da Lei 8.213, de 24 de julho de 1991, que estabeleceu cotas de vagas para pessoas com deficiência nas empresas privadas. Apesar dos avanços conquistados pela lei para a inclusão das pessoas com deficiência no mercado de trabalho, os desafios para a empregabilidade ainda são grandes. "A lei proporcionou avanços em relação ao ponto zero, mas ainda há muito que se lutar para que a pessoa com deficiência seja respeitada e as empresas passem a olhá-las como profissionais capazes", afirma a superintendente do IBDD, Teresa Costa d'Amaral.
Levantamento recente com base na Relação Anual de Informações Sociais (Rais), do Ministério do Trabalho e Emprego, mostra que o mercado de trabalho encolheu 12% entre 2007 e 2009, eliminando 43 mil vagas para pessoas com deficiência. Os dados provam que a lei é descumprida sistematicamente, pois a legislação manda que as vagas das pessoas com deficiência dispensadas sejam preenchidas por outras igualmente deficientes.
Esse retrocesso deve ser atribuído à falta de fiscalização por parte do MTE nas empresas e pelo uso indiscriminado do Termo de Ajuste de Conduta (TAC) nos acordos entre as empresas e o Ministério Público do Trabalho, que flexibiliza o cumprimento da Lei de Cotas. "Toda lei é feita para ser cumprida. Vinte anos já foram suficientes para que as empresas passem a empregar pessoas com deficiência como rotina", diz Teresa d'Amaral.
Senador Lindbergh Farias
Instituto Brasileiro dos Direitos da Pessoa com Deficiência
e-mail: informativo@ibdd.org.br
www.ibdd.org.br
domingo, 7 de agosto de 2011
MAIS ACESSIBILIDADE URBANA dEFICIENTES VISUAIS
Deficientes visuais sofrem com a falta de acessibilidade urbana no RN
Calçadas altas, degraus, falta de sinalização. São vários os problemas que fazem do ir e vir um direito quase inalcançável por essas pessoas.
Por Redação
Tamanho do texto: A
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Como se já não bastasse o obstáculo imposto com a vida, os deficientes visuais do Rio Grande do Norte têm que conviver ainda com os obstáculos físicos da ruas. Quando a calçada não é muito alta, é tomada por carros e motos.
Segundo o presidente do Instituto de Educação e Reabilitação de Cegos, Marcos Antônio da Silva, até o que foi feito em favor dos deficientes visuais pode ser um perigoso obstáculo à mobilidade urbana
Calçadas altas, degraus, falta de sinalização. São vários os problemas que fazem do ir e vir um direito quase inalcançável por essas pessoas.
Por Redação
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Como se já não bastasse o obstáculo imposto com a vida, os deficientes visuais do Rio Grande do Norte têm que conviver ainda com os obstáculos físicos da ruas. Quando a calçada não é muito alta, é tomada por carros e motos.
Segundo o presidente do Instituto de Educação e Reabilitação de Cegos, Marcos Antônio da Silva, até o que foi feito em favor dos deficientes visuais pode ser um perigoso obstáculo à mobilidade urbana
ACESSIBILIDADE URBANA ÚLTIMAS NOTÍCIAS
Em Arquitetura sustentável (veja mais 81 artigos nesta área)
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Acessibilidade urbana do portador de necessidades especiais e a sociedade
Por Karolinne Sotomayor Azambuja
O presente artigo trata das dificuldades que o portador de necessidades enfrenta no meio social. O objetivo principal que desencadeou este estudo foi a necessidade de reintegração social desse indivíduo no contexto social e urbano das cidades, para que seja aceito como um integrante participativo e ativo na sociedade.
Foi elaborado primeiramente através de pesquisas a conceituação da deficiência como um fator indispensável para se entender melhor o problema físico que afeta o portador, em seguida a relação da deficiência com o indivíduo, para compreender o problema psíquico, depois a relação do portador com a sociedade a fim de possibilitar um entendimento ao preconceito existente e por último as limitações impostas ao deficiente mostrando o fruto de uma sociedade despreparada para receber esse indivíduo.
Através das pesquisas realizadas foi-se possível compreender o comportamento da sociedade e do próprio deficiente em relação ao seu problema, foi-se possível definir de um modo geral o que é a deficiência e o que ela representa para a pessoa que a adquire.
Analisando também o centro da cidade de Campo Grande em Mato Grosso do Sul, foi-se possível constatar a criação de barreiras arquitetônicas que impossibilitam a acessibilidade do portador e o por quê da existência dessas barreiras limitadoras.
Devido toda essa análise, conclui-se que o problema dos portadores não é conviver somente com suas próprias limitações mas também com as limitações que a sociedade através de seu preconceito impõe por meio de barreiras tanto atitudinais quanto arquitetônicas.
Consultando-se um dicionário, a deficiência pode ser definida como uma falha, falta , defeito. Em seu sentido mais amplo, tratando-se de deficiência no ser humano, é conceituada como um defeito no corpo, na mente ou no organismo de uma pessoa.
Em 1980, a Organização Mundial de Saúde (OMS), elaborou a Classificação Internacional de Impedimentos Deficiências e Incapacidades, na qual considera três níveis de condições, onde o organismo não desempenha satisfatoriamente suas funções. Esses níveis estão definidos a seguir:
a)IMPEDIMENTO Refere-se a uma alteração psicológica, fisiológica ou anatômica (dano ou lesão) sofrida pelo indivíduo.
b)DEFICIÊNCIA Sequelas resultantes de um impedimento e, que venha restringir a execução de uma ou mais atividades consideradas normais às pessoas.
c)INCAPACIDADE Impossibilidade de uma pessoa viver integrada ao seu meio em virtude de uma deficiência, considerando a idade, sexo, fatores sociais e culturais.
Já, as deficiências, de acordo com sua origem, e a parte do organismo que atingem, se dividem em quatro grandes grupos, que se definem e se comportam em:
a)DEFICIÊNCIA FÍSICA: É por definição uma deficiência localizada no corpo do indivíduo. Assim estão classificados a vítima da poliomielite (paralisia infantil), a vítima de uma lesão medular, os amputados e outros. Geralmente é bem visível e necessita de aparelhos auxiliares para minorar o problema.
b)DEFICIÊNCIA SENSORIAL: São aquelas localizadas nos órgãos dos sentidos, como deficiência visual e auditiva.
c)DEFICIÊNCIA MENTAL: Existe neste aspecto todo um grupo de pessoas com déficit mental como os portadores de Síndrome de Down, incluindo também as vítimas de desnutrição crônica e da completa falta de estimulação.
d)DEFICIÊNCIA ORGÂNICA: Todas aquelas que atingem um órgão ou função de um órgão, é a categoria mais difícil de se definir e classificar por ser a menos assumida e a mais esquecida. O indivíduo que se encaixa nesta categoria , sem dúvida alguma, são os cardíacos. (Moura, 1992).
Um problema que pode-se levantar a respeito destas conceituações é que a deficiência, se confunde muito com incapacidade , devido às condições encontradas pelos portadores de necessidades especiais , na sua tentativa de se integrar ao meio.
Porém, a incapacidade não provém de uma deficiência aparente, um indivíduo em condição de aparente normalidade pode de fato se tornar deficiente se, sentir-se incapaz de realizar as tarefas do cotidiano. Essa deficiência chama-se imaginária.
Essa deficiência imaginária é fruto do medo do fracasso e não de uma anormalidade qualquer, é o caso de Marilene que relata:"Eu tenho duas pernas e dois braços perfeitos e não consigo praticar esporte. É uma deficiência neste campo."
A deficiência poderá deixar de ser considerada como tal na medida que se conseguir levar a pessoa a se realizar em áreas em que possa desempenhar com competência. Podemos então concluir que existe uma grande diferença entre ser portador de uma deficiência e se sentir com deficiência.
O que acontece é que cada pessoa reage de uma maneira diferente em cada situação , e por falta de uma boa orientação, tende-se mais a padronizar reações negativas condicionadas por aspectos sociais, do que pelo fato em si, a definição de Moura (1992) enfatiza esse aspecto:
Assim como toda deficiência é socialmente estigmatizante, o indivíduo portador de uma deficiência se sente censurado e tende a gerar sentimentos e comportamentos comprometidos. Assim, uma mínima anormalidade, por falta de um bom trabalho de reabilitação, pode se tornar um mal incapacitante com prejuízos à pessoa e à coletividade em geral.
Ä tendência excessiva tanto da negação quanto da sua dramatização, leva à distorção da percepção, dificultando uma convivência, digamos pacífica, com um problema comum, e que poderá transformar uma deficiência real leve em uma deficiência imaginária muito mais profunda. Enfim, a deficiência – física , sensorial, mental e orgânica – só torna-se de fato um problema, quando não bem tratada.(Ferreira, 1984).
UMA QUESTÃO SOCIAL
A marginalização social em relação as pessoas deficientes se manifesta na dificuldade que o portador de necessidades especiais tem em participar do processo produtivo da sociedade, pois não lhe é acessível o direito à educação e à profissionalização.
Essas limitações são impostas pela estrutura social que não reconhece esse direito e acaba não oferecendo então, acesso a essas oportunidades. O que a sociedade não percebe é que a deficiência física não é algo que lesa ou incapacita a pessoa, nem a causa de alguém ter limitações para agir.
O que lesa ou impossibilita a ação é o preconceito em nossa sociedade, que apesar de alguns avanços, prefere ver o portador de deficiência à distância, segregado em algumas instituições especializadas ou em sua própria casa. Para enfatizar isso,basta observar o quanto a arquitetura urbana é despreparada para receber a pessoa portadora de necessidades especiais.
Isto acaba levando o portador a acreditar que ele é um problema. Nessa situação a pessoa deficiente nem chega a perceber que a deficiência, pela própria natureza, é um problema social e não individual, pois não nascemos para ser deficientes, nascemos para ter liberdade física total.
A única maneira da deficiência passar a ser extremamente suportável é quando o deficiente encontra todo um meio adequadamente preparado para poder lutar pela nova vida. Como vencer desafios é uma marca do homem, quando são desafios possíveis de serem vencidos, ele vai à luta com maior disposição e sempre contando com o apoio e estrutura que a sua situação sócio-econômica permite.(Moura, 1992)
Enquanto para o portador de deficiência, em contato com um meio inadequado, as perspectivas são as piores possíveis, a possibilidade de se tornar um inválido social é grande. Portanto um coitadinho.
REABILITAÇÃO E REINTEGRAÇÃO
Na realidade , o que se faz até hoje em reabilitação nada mais é do que seguir o modelo médico, puramente funcionalista, onde o importante é apenas reabilitar algumas funções físicas e fisiológicas do cidadão e deixar o resto para a pessoa ou a família resolver.
Como se pode deduzir, isto é apenas uma pequena parte do processo de reabilitação, uma vez que o ser humano não é um ser isolado. É preciso, de fato, pensar em um processo global de reintegração social, com todas suas implicações, tirando o indivíduo portador de uma deficiência da sua potencial condição de marginalizado.
É necessário reabilitar nossa sociedade, para que o portador de necessidades especiais seja visto como pessoa, como um ser que sente e vive, e não pela sua deficiência.
A reabilitação deve ser um processo global de reintegração social da pessoa com deficiência , que vai desde a reorganização psico-física do indivíduo à uma revisão ampla e irrestrita de todo o processo educacional da sociedade, propiciando ao portador o desenvolvimento de todo o deu potencial humano.(Botomé, 1984).
BARREIRAS ATITUDINAIS
Chamamos de barreiras tudo aquilo que impede uma pessoa reabilitada de desempenhar o seu livre direito de ir e vir, em última análise o seu papel de cidadão, com direitos e deveres comuns a todos. Podemos dividi-las simplesmente em barreiras naturais e barreiras sociais ou culturais.
Tirando as barreiras naturais que são relativas à topografia e as condições climáticas naturais do meio ambiente, vamos nos deter nas barreiras sociais, pois estas são as que mais interferem na vida do portador de deficiência atualmente.
Como barreiras sociais ou culturais, isto é, construídas ou criadas pelo homem na sua relação com o meio social, temos as barreiras atitudinais e as barreiras arquitetônicas, sendo esta última em nosso entender, fruto da primeira, uma vez que tendo uma atitude de “não ver” o portador de deficiência, o homem constrói coisas de acordo com a sua necessidade e capacidade orgânica: basta olhar a arquitetura das cidades.(Moura, 1992)
A conclusão é obvia, são as barrreiras atitudinais. O preconceito, o fator maior que dificulta a completa integração social da pessoas com deficiência. O preconceito ou barreiras atitudinais são o elemento impeditivo. Estes de maneira geral aparecem mascarados na forma de excesso de piedade ou na forma de elogio exagerado.
É portanto, o portador de deficiência um coitadinho em potencial, com mil e uma barreiras a serem vencidas , todas elas a impedi-lo de ter uma vida normal. Se olharmos com atenção à nossa volta, poderemos perceber com facilidade as barreiras arquitetônicas. Uma escada íngreme sem corrimão, ou uma porta estreita demais, um piso escorregadio, enfim um sem número de elementos arquitetônicos a impedir o livre acesso dos portadores. Se prestarmos atenção, a diminuição de várias barreiras não teria um custo absurdo e facilitaria a vida não só da pessoa com deficiência, mas de toda uma população, urbana principalmente.
A ansiedade e a frustração causada por uma barreira, seja arquitetônica ou atitudinal, é de tal magnitude que na prática determina o início de um processo de incapacitação da pessoa com deficiência, a partir da própria pessoa, pela introjeção do olhar público, do preconceito.
O processo de reintegração social só irá de fato acontecer quando a atitude preconceituosa , tanto da sociedade quanto do portador, deixar de existir, e só acontecerá quando um programa de conscientização for elaborado com a colaboração de toda a sociedade civil.
BARREIRAS ARQUITETÔNICAS NOS CENTROS URBANOS
O centro urbano de Campo Grande, Mato Grosso do Sul, usado neste estudo, apresenta diversas barreiras que impedem o livre acesso do Portador de necessidades especiais.
As calçadas do centro até apresentam uma continuidade regular, porém o comércio em sua maioria possui lojas que compõem degraus em seus acessos principais. Degraus mínimos que facilmente poderiam ser substituídos por pequenas rampas de acesso.
Em alguns trechos da cidade, nas áreas com aclives ou declives, as calçadas não apresentam continuidade, a construção e manutenção cabe ao responsável pelo imóvel, que não tem conscientização de seu uso coletivo. Se não há preocupação em facilitar o acesso para pessoas sem deficiência, imagine para as pessoas com limitações.
O mobiliário urbano também pode ser considerado uma barreira arquitetônica se estiver localizado em um espaço urbano específico que não permite um deslocamento seguro para o portador.
Concluindo, É importante darmos continuidade às calçadas sem criarmos desníveis muito acentuados, evitarmos plantar espécies vegetais que prejudicam a circulação e estarmos atentos na eliminação de obstáculos que possam prejudicar a passagem do portador pela calçada, já, esta deve possuir 1,50m de largura no mínimo.
A inserção social é indispensável para que todo homem seja aceito como um integrante participativo na sociedade. Ter livre acesso ao espaço urbano é de fundamental importância para o portador de deficiência física.
Disso depende o seu crescimento pessoal, político e social. A simples constatação de que existem barreiras arquitetônicas e ambientais já limita por si só, o espaço existencial do portador de deficiência, que fica sem motivação para sair de casa e integrar-se na vida de sua comunidade.
Para concluir este artigo, deve-se aprofundar um estudo mais detalhado das cidades em relação as suas barreiras arquitetônicas a fim de integrar o deficiente em seu meio, sem impedimentos, e é necessário também uma conscientização geral da sociedade, mudar o seu modo de pensar, para aceitar a necessária convivência deste cidadão com a população que o cerca.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
Adequação das edificações e do mobiliário urbano à pessoa deficiente.Rio de Janeiro,CE2065, CB2 1991.
FERREIRA, Rafael C. V. Ser deficiente não é defeito. São Paulo, PBQ.
FERREIRA, Marcos R. BATOMÉ. Silvio P . Deficiência Física e Inserção Social A Formação dos Recursos Humanos. Caxias do Sul, EDUCS, 1984.
MOURA, Luiz C.M. A Deficiência nossa de cada dia De coitadinho a super-herói. São Paulo, IGLU.
PAIVA, Marcelo R. Feliz Ano Velho. São Paulo, Brasiliense, 1983.
PROENÇA, Iva F. Posso ajudar você? Minha experiência com meu filho excepcional. São Paulo, EDICON, 1987.
Projeto Rio-Cidade e a Questão da Acessibilidade para as pessoas com Dificuldade de Locomoção.
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Acessibilidade urbana do portador de necessidades especiais e a sociedade
Por Karolinne Sotomayor Azambuja
O presente artigo trata das dificuldades que o portador de necessidades enfrenta no meio social. O objetivo principal que desencadeou este estudo foi a necessidade de reintegração social desse indivíduo no contexto social e urbano das cidades, para que seja aceito como um integrante participativo e ativo na sociedade.
Foi elaborado primeiramente através de pesquisas a conceituação da deficiência como um fator indispensável para se entender melhor o problema físico que afeta o portador, em seguida a relação da deficiência com o indivíduo, para compreender o problema psíquico, depois a relação do portador com a sociedade a fim de possibilitar um entendimento ao preconceito existente e por último as limitações impostas ao deficiente mostrando o fruto de uma sociedade despreparada para receber esse indivíduo.
Através das pesquisas realizadas foi-se possível compreender o comportamento da sociedade e do próprio deficiente em relação ao seu problema, foi-se possível definir de um modo geral o que é a deficiência e o que ela representa para a pessoa que a adquire.
Analisando também o centro da cidade de Campo Grande em Mato Grosso do Sul, foi-se possível constatar a criação de barreiras arquitetônicas que impossibilitam a acessibilidade do portador e o por quê da existência dessas barreiras limitadoras.
Devido toda essa análise, conclui-se que o problema dos portadores não é conviver somente com suas próprias limitações mas também com as limitações que a sociedade através de seu preconceito impõe por meio de barreiras tanto atitudinais quanto arquitetônicas.
Consultando-se um dicionário, a deficiência pode ser definida como uma falha, falta , defeito. Em seu sentido mais amplo, tratando-se de deficiência no ser humano, é conceituada como um defeito no corpo, na mente ou no organismo de uma pessoa.
Em 1980, a Organização Mundial de Saúde (OMS), elaborou a Classificação Internacional de Impedimentos Deficiências e Incapacidades, na qual considera três níveis de condições, onde o organismo não desempenha satisfatoriamente suas funções. Esses níveis estão definidos a seguir:
a)IMPEDIMENTO Refere-se a uma alteração psicológica, fisiológica ou anatômica (dano ou lesão) sofrida pelo indivíduo.
b)DEFICIÊNCIA Sequelas resultantes de um impedimento e, que venha restringir a execução de uma ou mais atividades consideradas normais às pessoas.
c)INCAPACIDADE Impossibilidade de uma pessoa viver integrada ao seu meio em virtude de uma deficiência, considerando a idade, sexo, fatores sociais e culturais.
Já, as deficiências, de acordo com sua origem, e a parte do organismo que atingem, se dividem em quatro grandes grupos, que se definem e se comportam em:
a)DEFICIÊNCIA FÍSICA: É por definição uma deficiência localizada no corpo do indivíduo. Assim estão classificados a vítima da poliomielite (paralisia infantil), a vítima de uma lesão medular, os amputados e outros. Geralmente é bem visível e necessita de aparelhos auxiliares para minorar o problema.
b)DEFICIÊNCIA SENSORIAL: São aquelas localizadas nos órgãos dos sentidos, como deficiência visual e auditiva.
c)DEFICIÊNCIA MENTAL: Existe neste aspecto todo um grupo de pessoas com déficit mental como os portadores de Síndrome de Down, incluindo também as vítimas de desnutrição crônica e da completa falta de estimulação.
d)DEFICIÊNCIA ORGÂNICA: Todas aquelas que atingem um órgão ou função de um órgão, é a categoria mais difícil de se definir e classificar por ser a menos assumida e a mais esquecida. O indivíduo que se encaixa nesta categoria , sem dúvida alguma, são os cardíacos. (Moura, 1992).
Um problema que pode-se levantar a respeito destas conceituações é que a deficiência, se confunde muito com incapacidade , devido às condições encontradas pelos portadores de necessidades especiais , na sua tentativa de se integrar ao meio.
Porém, a incapacidade não provém de uma deficiência aparente, um indivíduo em condição de aparente normalidade pode de fato se tornar deficiente se, sentir-se incapaz de realizar as tarefas do cotidiano. Essa deficiência chama-se imaginária.
Essa deficiência imaginária é fruto do medo do fracasso e não de uma anormalidade qualquer, é o caso de Marilene que relata:"Eu tenho duas pernas e dois braços perfeitos e não consigo praticar esporte. É uma deficiência neste campo."
A deficiência poderá deixar de ser considerada como tal na medida que se conseguir levar a pessoa a se realizar em áreas em que possa desempenhar com competência. Podemos então concluir que existe uma grande diferença entre ser portador de uma deficiência e se sentir com deficiência.
O que acontece é que cada pessoa reage de uma maneira diferente em cada situação , e por falta de uma boa orientação, tende-se mais a padronizar reações negativas condicionadas por aspectos sociais, do que pelo fato em si, a definição de Moura (1992) enfatiza esse aspecto:
Assim como toda deficiência é socialmente estigmatizante, o indivíduo portador de uma deficiência se sente censurado e tende a gerar sentimentos e comportamentos comprometidos. Assim, uma mínima anormalidade, por falta de um bom trabalho de reabilitação, pode se tornar um mal incapacitante com prejuízos à pessoa e à coletividade em geral.
Ä tendência excessiva tanto da negação quanto da sua dramatização, leva à distorção da percepção, dificultando uma convivência, digamos pacífica, com um problema comum, e que poderá transformar uma deficiência real leve em uma deficiência imaginária muito mais profunda. Enfim, a deficiência – física , sensorial, mental e orgânica – só torna-se de fato um problema, quando não bem tratada.(Ferreira, 1984).
UMA QUESTÃO SOCIAL
A marginalização social em relação as pessoas deficientes se manifesta na dificuldade que o portador de necessidades especiais tem em participar do processo produtivo da sociedade, pois não lhe é acessível o direito à educação e à profissionalização.
Essas limitações são impostas pela estrutura social que não reconhece esse direito e acaba não oferecendo então, acesso a essas oportunidades. O que a sociedade não percebe é que a deficiência física não é algo que lesa ou incapacita a pessoa, nem a causa de alguém ter limitações para agir.
O que lesa ou impossibilita a ação é o preconceito em nossa sociedade, que apesar de alguns avanços, prefere ver o portador de deficiência à distância, segregado em algumas instituições especializadas ou em sua própria casa. Para enfatizar isso,basta observar o quanto a arquitetura urbana é despreparada para receber a pessoa portadora de necessidades especiais.
Isto acaba levando o portador a acreditar que ele é um problema. Nessa situação a pessoa deficiente nem chega a perceber que a deficiência, pela própria natureza, é um problema social e não individual, pois não nascemos para ser deficientes, nascemos para ter liberdade física total.
A única maneira da deficiência passar a ser extremamente suportável é quando o deficiente encontra todo um meio adequadamente preparado para poder lutar pela nova vida. Como vencer desafios é uma marca do homem, quando são desafios possíveis de serem vencidos, ele vai à luta com maior disposição e sempre contando com o apoio e estrutura que a sua situação sócio-econômica permite.(Moura, 1992)
Enquanto para o portador de deficiência, em contato com um meio inadequado, as perspectivas são as piores possíveis, a possibilidade de se tornar um inválido social é grande. Portanto um coitadinho.
REABILITAÇÃO E REINTEGRAÇÃO
Na realidade , o que se faz até hoje em reabilitação nada mais é do que seguir o modelo médico, puramente funcionalista, onde o importante é apenas reabilitar algumas funções físicas e fisiológicas do cidadão e deixar o resto para a pessoa ou a família resolver.
Como se pode deduzir, isto é apenas uma pequena parte do processo de reabilitação, uma vez que o ser humano não é um ser isolado. É preciso, de fato, pensar em um processo global de reintegração social, com todas suas implicações, tirando o indivíduo portador de uma deficiência da sua potencial condição de marginalizado.
É necessário reabilitar nossa sociedade, para que o portador de necessidades especiais seja visto como pessoa, como um ser que sente e vive, e não pela sua deficiência.
A reabilitação deve ser um processo global de reintegração social da pessoa com deficiência , que vai desde a reorganização psico-física do indivíduo à uma revisão ampla e irrestrita de todo o processo educacional da sociedade, propiciando ao portador o desenvolvimento de todo o deu potencial humano.(Botomé, 1984).
BARREIRAS ATITUDINAIS
Chamamos de barreiras tudo aquilo que impede uma pessoa reabilitada de desempenhar o seu livre direito de ir e vir, em última análise o seu papel de cidadão, com direitos e deveres comuns a todos. Podemos dividi-las simplesmente em barreiras naturais e barreiras sociais ou culturais.
Tirando as barreiras naturais que são relativas à topografia e as condições climáticas naturais do meio ambiente, vamos nos deter nas barreiras sociais, pois estas são as que mais interferem na vida do portador de deficiência atualmente.
Como barreiras sociais ou culturais, isto é, construídas ou criadas pelo homem na sua relação com o meio social, temos as barreiras atitudinais e as barreiras arquitetônicas, sendo esta última em nosso entender, fruto da primeira, uma vez que tendo uma atitude de “não ver” o portador de deficiência, o homem constrói coisas de acordo com a sua necessidade e capacidade orgânica: basta olhar a arquitetura das cidades.(Moura, 1992)
A conclusão é obvia, são as barrreiras atitudinais. O preconceito, o fator maior que dificulta a completa integração social da pessoas com deficiência. O preconceito ou barreiras atitudinais são o elemento impeditivo. Estes de maneira geral aparecem mascarados na forma de excesso de piedade ou na forma de elogio exagerado.
É portanto, o portador de deficiência um coitadinho em potencial, com mil e uma barreiras a serem vencidas , todas elas a impedi-lo de ter uma vida normal. Se olharmos com atenção à nossa volta, poderemos perceber com facilidade as barreiras arquitetônicas. Uma escada íngreme sem corrimão, ou uma porta estreita demais, um piso escorregadio, enfim um sem número de elementos arquitetônicos a impedir o livre acesso dos portadores. Se prestarmos atenção, a diminuição de várias barreiras não teria um custo absurdo e facilitaria a vida não só da pessoa com deficiência, mas de toda uma população, urbana principalmente.
A ansiedade e a frustração causada por uma barreira, seja arquitetônica ou atitudinal, é de tal magnitude que na prática determina o início de um processo de incapacitação da pessoa com deficiência, a partir da própria pessoa, pela introjeção do olhar público, do preconceito.
O processo de reintegração social só irá de fato acontecer quando a atitude preconceituosa , tanto da sociedade quanto do portador, deixar de existir, e só acontecerá quando um programa de conscientização for elaborado com a colaboração de toda a sociedade civil.
BARREIRAS ARQUITETÔNICAS NOS CENTROS URBANOS
O centro urbano de Campo Grande, Mato Grosso do Sul, usado neste estudo, apresenta diversas barreiras que impedem o livre acesso do Portador de necessidades especiais.
As calçadas do centro até apresentam uma continuidade regular, porém o comércio em sua maioria possui lojas que compõem degraus em seus acessos principais. Degraus mínimos que facilmente poderiam ser substituídos por pequenas rampas de acesso.
Em alguns trechos da cidade, nas áreas com aclives ou declives, as calçadas não apresentam continuidade, a construção e manutenção cabe ao responsável pelo imóvel, que não tem conscientização de seu uso coletivo. Se não há preocupação em facilitar o acesso para pessoas sem deficiência, imagine para as pessoas com limitações.
O mobiliário urbano também pode ser considerado uma barreira arquitetônica se estiver localizado em um espaço urbano específico que não permite um deslocamento seguro para o portador.
Concluindo, É importante darmos continuidade às calçadas sem criarmos desníveis muito acentuados, evitarmos plantar espécies vegetais que prejudicam a circulação e estarmos atentos na eliminação de obstáculos que possam prejudicar a passagem do portador pela calçada, já, esta deve possuir 1,50m de largura no mínimo.
A inserção social é indispensável para que todo homem seja aceito como um integrante participativo na sociedade. Ter livre acesso ao espaço urbano é de fundamental importância para o portador de deficiência física.
Disso depende o seu crescimento pessoal, político e social. A simples constatação de que existem barreiras arquitetônicas e ambientais já limita por si só, o espaço existencial do portador de deficiência, que fica sem motivação para sair de casa e integrar-se na vida de sua comunidade.
Para concluir este artigo, deve-se aprofundar um estudo mais detalhado das cidades em relação as suas barreiras arquitetônicas a fim de integrar o deficiente em seu meio, sem impedimentos, e é necessário também uma conscientização geral da sociedade, mudar o seu modo de pensar, para aceitar a necessária convivência deste cidadão com a população que o cerca.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
Adequação das edificações e do mobiliário urbano à pessoa deficiente.Rio de Janeiro,CE2065, CB2 1991.
FERREIRA, Rafael C. V. Ser deficiente não é defeito. São Paulo, PBQ.
FERREIRA, Marcos R. BATOMÉ. Silvio P . Deficiência Física e Inserção Social A Formação dos Recursos Humanos. Caxias do Sul, EDUCS, 1984.
MOURA, Luiz C.M. A Deficiência nossa de cada dia De coitadinho a super-herói. São Paulo, IGLU.
PAIVA, Marcelo R. Feliz Ano Velho. São Paulo, Brasiliense, 1983.
PROENÇA, Iva F. Posso ajudar você? Minha experiência com meu filho excepcional. São Paulo, EDICON, 1987.
Projeto Rio-Cidade e a Questão da Acessibilidade para as pessoas com Dificuldade de Locomoção.
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
Eu e o mundo.
interesses comuns unem pessoas de várias facetas,classes sociais,religião visão politica nesta miscelânia que se tornou o Brasil.A língua que se fala igual mas com sotaques diferenciados,assim é a regra do jogo!Me sinto feliz em ser assim,livre apaixonada pela vida e muito grata á Deus pelas oportunidades de conhecer tanto a questão do turismo por exemplo imprescindivel para a independência do cidadão deficiente cadeirante muito me faz feliz toodas as pessoas que eu falo que moro só viajo só,vivo só me hospedo carrego bagagem tiro fotos enfim isto me torna sueli.Não a cadeirante!!uso uma cadeira de rodas mas é apenas um detalhe!rsrsrsrs
quinta-feira, 16 de junho de 2011
Deficientes na fashiom weekk
Não preciso dizer que todas os principais marcas e profissionais envolvidos com moda, maquiagem, publicidade, fotógrafos e modelos estarão por lá conferindo as próximas tendências e as novidades do mercado. E este ano o evento cresceu e traz muitas novidades, inclusive a inserção de modelos com deficiências na passarela.
Isso mesmo caro leitor, teremos duas modelos da agência Kica de Castro, desfilando na passarela externa nos dias 15 a 17 de junho. As modelos são Caroline Marques, paraplégica, 29 anos e Paola Klokler, má formação congênita no membro inferior esquerdo, 20 anos.
O desfile das modelos tem a produção da equipe da loja Mercadinho Chic, que cuida dos detalhes do figurino, acessórios e maquiagem. Uma empresa que existe há três anos, onde o conceito é deixar o sexo feminino, em sua diversidade, dentro da moda, para qualquer situação.
sueli
Isso mesmo caro leitor, teremos duas modelos da agência Kica de Castro, desfilando na passarela externa nos dias 15 a 17 de junho. As modelos são Caroline Marques, paraplégica, 29 anos e Paola Klokler, má formação congênita no membro inferior esquerdo, 20 anos.
O desfile das modelos tem a produção da equipe da loja Mercadinho Chic, que cuida dos detalhes do figurino, acessórios e maquiagem. Uma empresa que existe há três anos, onde o conceito é deixar o sexo feminino, em sua diversidade, dentro da moda, para qualquer situação.
sueli
quarta-feira, 15 de junho de 2011
casa da adaptada
altura reduzida das camas e de prateleiras torna mais fáceis as ações de deficientes físicos
Mesas e camas de menor altura. Portas e armários eletrônicos. Máquina de lavar roupas com abertura e botões frontais. Essas são algumas medidas simples que facilitam bastante a vida de portadores de deficiência física que podem ser encontradas na exposição A Casa Acessível, na Praça de Eventos do piso inferior do Shopping Center Recife, até 6 de junho. As inovações tecnológicas são aliadas a detalhes baratos, todos para tornar a vida dessas pessoas mais confortável e lhes conferir mais autonomia.
Dividida em 8 espaços, incluindo garagem, a Casa de 200m² é estruturada para mostrar novidades em termos de acessibilidade para surdos, cegos, cadeirantes e outras pessoas com mobilidade reduzida, como idosos e obesos. A Casa tem apoio do Instituto Muito Especial e do Ministério da Ciência e Tecnologia, que buscam chamar a atenção da mídia e do empresariado da viabilidade de construir espaços acessíveis, tanto residências como quartos de hotéis e escolas.
O destaque da Casa são os equipamentos mecânicos, eletrônicos e softwares de computação. Teclados em braile e outros com teclas coloridas e letras ampliadas, lentes de ampliação e softwares leitores de livros, acoplados a um scanner, fazem parte do que seria um kit mais caro, visto que são desenvolvidos especialmente por determinadas empresas e em geral são produzidos sob encomenda.
Os corredores e a abertura das portas são mais largos (1,5m) e, na sala de estar, não há mesa de centro, aumentando a área para manobras em cadeiras de rodas. Os sofás de 46cm de altura não têm braços, facilitando a aproximação e a transferência do cadeirante. A mesa de jantar é mais baixa e tem quinas protegidas para evitar ferimentos. Os telefones e a campainha têm luzes para indicar quando estão tocando.
A pia da cozinha tem ducha móvel, como uma mangueira, podendo direcionar o jato de água. Um armário pequeno em cima da mesa tem prateleira com elevador. No armário maior, as gavetas são abertas por pressão, deslizando suavemente. A despensa conta com uma mão mecânica que ajuda a alcançar as prateleiras mais altas. Na área de serviço, o varal possui ajuste automático.
O banheiro tem tapetes antiderrapantes e várias barras de ferro para apoio, além de ducha com altura ajustável e chuveirinho e uma cadeira automática para submersão em banheiras. Também há duas campainhas para um alarme, caso a pessoa caia e precise de ajuda para levantar.
Essas medidas podem ser essenciais para um futuro com mais idosos. Até 2050, o Brasil contará com 65 milhões de idosos, o triplo da população atual acima dos 60 anos. O Instituto se preocupou em mostrar ao público tanto opções baratas quanto mais sofisticadas, mas tudo visando sempre o maior conforto dos usuários, independente da quantia investida. “Têm mercado consumidor para isso”, afirmou um dos arquitetos do projeto, Renato Leandrini.
Gerli Gomes Alves, 63 anos gostou bastante da Casa. “Se tivesse um banheiro desses lá em casa, minha mãe não tinha levado uma queda. A gente precisou fazer uma obra depois”, contou Gerli. “Eles tão pensando em quem muita gente não pensa”, comemorou o marido Hildeberto Alves, 70 anos. Para o casal, tudo pode ser adaptado para a atual residência deles, o que eles esperam fazer daqui a um tempo. “Por enquanto, vamos sonhando”, completou ele.
CURSO – Paralelo à mostra no Shopping, o Instituto Muito Especial está oferecendo a engenheiros e arquitetos um curso gratuito de “Design inclusivo em residências” nos meses de maio e junho no Hotel Jangadeiro, em Boa Viagem, Zona Sul do Recife. A carga horária de 24 horas de aula será distribuída em três dias, com quatro módulos, e confere certificado.
A expectativa, segundo o presidente do Instituto Marcos Scarpa, é “formar pessoas que tenham pelo menos uma base de acessibilidade para projetar espaços”, sejam residências ou áreas públicas. Esse assunto, afirmou ele, não costuma ser abordado nas faculdades. Para se inscrever, basta telefonar para (81) 4101-2492. Serão 10 turmas de 50 pessoas cada.
Casa Adaptada
Cama Adaptada
Assista o vídeo
Fonte: http://ne10.uol.com.br/
Veja:
Vídeo: Uma casa acessível para todas as pessoas
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Vera Garcia
Sobre o Autor: Vera Garcia
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fonte deficiente ciente eventos
Frente nacional instituida para garantia dos nossos direitos
Será instituída em breve, na Câmara dos Deputados, a Frente Parlamentar em Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência, com participação dos deputados federais Otavio Leite (RJ), Mara Gabrili (SP), Rosinha da Adefal (AL) e Walter Tosta (MG), entre outros. O objetivo da frente é contar com parlamentares de diversas legendas e regiões do país para defender os interesses dessa parcela da população.
As frentes parlamentares desempenham um papel importante no Congresso Nacional, pois agem em conjunto e procuram aprimorar ou manter a legislação referente a um tema específico, independentemente das orientações partidárias. São necessárias 198 assinaturas de parlamentares para sua criação e pedido de registro junto à Câmara.
Otavio Leite destacou ao Na Luta as propostas legislativas em tramitação na Casa, como o projeto do Estatuto das Pessoas com Deficiência (Projeto de Lei 7699/06), que talvez precise ser (re)discutido mais amplamente – em audiências públicas - para viabilizar um conjunto de leis que reflita o atual universo de pessoas com deficiência.
Outro projeto importante, o de Lei Complementar (PLP) 277/05, que facilita a aposentadoria das pessoas com deficiência, pode entrar na pauta de votação do Plenário em breve. A iniciativa reduz o tempo de contribuição para a aposentadoria deles, regulamentando os artigos da Constituição que tratam desse tema. – É um projeto fundamental para pelo menos 100 mil pessoas. O que vemos hoje é que muitos desistem de continuar trabalhando, por estarem sem condições físicas, e se aposentam por invalidez – esclareceu.
As frentes parlamentares desempenham um papel importante no Congresso Nacional, pois agem em conjunto e procuram aprimorar ou manter a legislação referente a um tema específico, independentemente das orientações partidárias. São necessárias 198 assinaturas de parlamentares para sua criação e pedido de registro junto à Câmara.
Otavio Leite destacou ao Na Luta as propostas legislativas em tramitação na Casa, como o projeto do Estatuto das Pessoas com Deficiência (Projeto de Lei 7699/06), que talvez precise ser (re)discutido mais amplamente – em audiências públicas - para viabilizar um conjunto de leis que reflita o atual universo de pessoas com deficiência.
Outro projeto importante, o de Lei Complementar (PLP) 277/05, que facilita a aposentadoria das pessoas com deficiência, pode entrar na pauta de votação do Plenário em breve. A iniciativa reduz o tempo de contribuição para a aposentadoria deles, regulamentando os artigos da Constituição que tratam desse tema. – É um projeto fundamental para pelo menos 100 mil pessoas. O que vemos hoje é que muitos desistem de continuar trabalhando, por estarem sem condições físicas, e se aposentam por invalidez – esclareceu.
continuação caracteriza crime contra a ppd
Estipular a valoração da pessoa com deficiência, para efeito de direito à ação afirmativa (exemplo da reserva de cargos), segundo a Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde – CIF, da Organização Mundial da Saúde, porque mais adequada e permite a valorização da pessoa com deficiência, resguardadas as suas potencialidades, e não à pessoa doente. Estipular quais os graus de comprometimentos da deficiência estarão afetos à ação afirmativa.
Não vedar o trabalho ou o acesso a cargos ou funções públicas, assim como o acesso à habilitação e qualificação profissional de ofícios e funções.
Estabelecer a reserva real para os cargos da administração pública direta, com previsão regular de estágio probatório para o candidato com deficiência acompanhado de equipe multiprofissional e tendo a disposição todos os meios tecnológicos assistivos.
Criar benefício permanente para todas as pessoas com deficiência, de cunho previdenciário e da mesma espécie do seguro por invalidez, compatível com as normas que regem as relações de trabalho, de forma a estimular o acesso e permanência às atividades remuneradas e formais. Dessa forma, teríamos um maior número de contribuintes aptos, inclusive, a manter referido seguro. Ao mesmo tempo, será necessário desassociar referido benefício do já existente benefício assistencial (benefício da prestação continuada – BPC), destinado a pessoas com deficiência que não têm condições de prover sua manutenção ou tê-la provida pela família (pessoa com deficiência carente).
Priorizar a tramitação de processos judiciais, sem a criação de varas especializadas para pessoas com deficiência.
sueli
Não vedar o trabalho ou o acesso a cargos ou funções públicas, assim como o acesso à habilitação e qualificação profissional de ofícios e funções.
Estabelecer a reserva real para os cargos da administração pública direta, com previsão regular de estágio probatório para o candidato com deficiência acompanhado de equipe multiprofissional e tendo a disposição todos os meios tecnológicos assistivos.
Criar benefício permanente para todas as pessoas com deficiência, de cunho previdenciário e da mesma espécie do seguro por invalidez, compatível com as normas que regem as relações de trabalho, de forma a estimular o acesso e permanência às atividades remuneradas e formais. Dessa forma, teríamos um maior número de contribuintes aptos, inclusive, a manter referido seguro. Ao mesmo tempo, será necessário desassociar referido benefício do já existente benefício assistencial (benefício da prestação continuada – BPC), destinado a pessoas com deficiência que não têm condições de prover sua manutenção ou tê-la provida pela família (pessoa com deficiência carente).
Priorizar a tramitação de processos judiciais, sem a criação de varas especializadas para pessoas com deficiência.
sueli
legislação esclarece sobre as caracteristicas do deficiente
Estatuto da Pessoa com Deficiência
Audiência Pública Câmara Deputados 17/10/07,
Maria Aparecida Gugel*
"... subsídios para a discussão de eixos temáticos da atual redação do projeto de Lei nº 7.699/06, ...".
Com o objetivo de atender a proposta para esta audiência pública e trazer subsídios para a discussão de eixos temáticos da atual redação do projeto de Lei nº 7.699/06, entende-se que:
É urgente que primeiro que se proceda a ratificação da Convenção de Direitos das Pessoas com Deficiência da ONU já assinada pelo Brasil.
Os princípios da referida Convenção da ONU devem permear o Estatu
Audiência Pública Câmara Deputados 17/10/07,
Maria Aparecida Gugel*
"... subsídios para a discussão de eixos temáticos da atual redação do projeto de Lei nº 7.699/06, ...".
Com o objetivo de atender a proposta para esta audiência pública e trazer subsídios para a discussão de eixos temáticos da atual redação do projeto de Lei nº 7.699/06, entende-se que:
É urgente que primeiro que se proceda a ratificação da Convenção de Direitos das Pessoas com Deficiência da ONU já assinada pelo Brasil.
Os princípios da referida Convenção da ONU devem permear o Estatu
legislação que de acordo com a convenção da onu em 2006,traduzida
por ROMEU CAZAKIEstatuto da Pessoa com Deficiência
Audiência Pública Câmara Deputados 17/10/07,
Maria Aparecida Gugel*
"... subsídios para a discussão de eixos temáticos da atual redação do projeto de Lei nº 7.699/06, ...".
Com o objetivo de atender a proposta para esta audiência pública e trazer subsídios para a discussão de eixos temáticos da atual redação do projeto de Lei nº 7.699/06, entende-se que:
É urgente que primeiro que se proceda a ratificação da Convenção de Direitos das Pessoas com Deficiência da ONU já assinada pelo Brasil.
Os princípios da referida Convenção da ONU devem permear o Estatu
Audiência Pública Câmara Deputados 17/10/07,
Maria Aparecida Gugel*
"... subsídios para a discussão de eixos temáticos da atual redação do projeto de Lei nº 7.699/06, ...".
Com o objetivo de atender a proposta para esta audiência pública e trazer subsídios para a discussão de eixos temáticos da atual redação do projeto de Lei nº 7.699/06, entende-se que:
É urgente que primeiro que se proceda a ratificação da Convenção de Direitos das Pessoas com Deficiência da ONU já assinada pelo Brasil.
Os princípios da referida Convenção da ONU devem permear o Estatu
terça-feira, 14 de junho de 2011
vidas e vidas.
Tenho uma coisa comigo desde o inicio,quando pequenininha eu queria ser livre,ter meu espaço viver livremente!!Paguei o meu preço mas estou feliz.Feliz de ser eu mesma de me realizar como ser humano de conhecer o meu pais do oiapoque ao chui intimamente e neste ir e vir observar com olhos críticos a questão turística relacionada ao turista deficiente.Pela dependencia que muitas pessoas com deficiência aceitam das familias ou pela própria insegurança acreditando-se incapaz de se manter no ir e vir e principalmente no estar!!Baixo estima é o grande mal das pessoas e atinge a maioria
das pessoas deficientes e não deficientes!
Costumo dizer que nada é exclusivamente caracteristico dos cidadãos deficientes mas tambem da gente.Inseguranças,barreiras impostas pelas familias,que acaba por convencer e a pessoa com deficiencia acaba pensando é para o meu próprio bem,mas não é !!É mais cômodo pra todos que vc se contente com pouco e viva a vida de outras vidas!!Libertem-se colegas!!
Vamos viajar,nos hgospedar em bons hoteis mudar,viver vidas diferentes conhecer lugares pessoas,culturas diferentes e momentos diferentes!
Isto é vida!intensamente,alegres,e amando intensamente,beijos,
sueli
das pessoas deficientes e não deficientes!
Costumo dizer que nada é exclusivamente caracteristico dos cidadãos deficientes mas tambem da gente.Inseguranças,barreiras impostas pelas familias,que acaba por convencer e a pessoa com deficiencia acaba pensando é para o meu próprio bem,mas não é !!É mais cômodo pra todos que vc se contente com pouco e viva a vida de outras vidas!!Libertem-se colegas!!
Vamos viajar,nos hgospedar em bons hoteis mudar,viver vidas diferentes conhecer lugares pessoas,culturas diferentes e momentos diferentes!
Isto é vida!intensamente,alegres,e amando intensamente,beijos,
sueli
sábado, 11 de junho de 2011
VIVER EM UM ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITOS.
ÁS VEZES SINTO SAUDADES DEAQUELA ÉPOCA QUE O PT ERA OPOSIÇÃO!!COMO ERA BOM TER UM PT OPOSICIONISTA QUE COBRAVA,COM CERTEZA ESTARIA HOJE Á FRENTE DE UMA CAMPANHA CONTRA OS ALTOS IMPOSTOS QUE LEVAM AS PESSOAS Á PASSAR FOME DE COMER DE LAZER DE PAGAR SUAS CONTAS EM UM PAÍS EM QUE QUASE 40 POR CENTO DO QUE SE GANHA VAI PARA OS BOLSOS DO GOVERNO,E É NOS ALIMENTOS BASICOS ARROZ,FEIJÃO E REMÉDIOS E ÓRTESE E PRÓTESES PORQUE GASTAMOS E MUITO NA MANUTENÇÃO DAS CADEIRAS DAS BENGALAS DOS APARELHOS AUDITIVOS AS BATERIAS SÃO CAR[ÍSSIMAS Á PONTO DAS PESSOAS NÃO ACREDITAREM NOS VALORES QUANDO FALAMOS.ENCOMENDEI RECENTEMENTE UM PAR DE RODAS DE GEL E UM PAR DE FREIOS FICOU EM 322,00 E CHEGA EM 60 DIAS!MATERIALBÁSICO COMO DAS BICICLETAS MAS COMO EU NECESSITO TENHO QUE PAGAR.A EXPLICAÇÃO SÃO OS IMPOSTOS!!O BOM É QUE ESTA OPOSIÇÃO QUE TA AI ESTÁ ANIQUILADA!DERROTADA,FORAM VINTE ANOS DE PORRADA DO PT E AGORA ESTÃO DE PERNAS ABERTAS.SÃO FRACOS PARA COMBATER COM A ESCOLA PETISTA.SINDICATO??ACABOU.NA RUA,NO MOVIMENTO DE REBELIÃO NÃO SE CONSEGUE NADA SÓ PERSEGUIÇÃO MAS SE FICAR BONZINHO TE DOU UMA RECOMPENSA.MAS O PERSEGUIDO DA ITALIA CESARE BATTISTTI,MATOU MAS É RESGUARDADO AQUI.SÓ NÃO PODE REVOLUCIONAR OU COMBATER AQUI NO NOSSO PAÍS PORQUE OS BANDIDOS FARDADOS OU DA CÚPULA DO CRIME ORGANIZADO TE PERSEGUE E TE MATA É UM ÓTIMO CONSELHOPRA QUEM BRIGA COMTRA O PODER ATUAL!!
SUELI
SUELI
terça-feira, 7 de junho de 2011
Somos mais que vencedores em cristo jesus.
Há um ditado assim nós sem Cristo somos nada e ele sem nós é Deus!Realmentequando vejo alguem muito negativo reclamando da vida sem expectativas de vencer os problemas que todos passamos e sobrevivemos á eles tirando dali aprendizado para nosso futuro,sempre dou meu testemunho de vida na tentativa de encorajar meu irmão á ver o lado positivo da luta!É na hora do maior sofrimento que a gente percebe a importância de estarmos firmes agarrados na mão daquele que nos agraciou com a vida e a sustentação da mesma !É ali neste momento que percebemos que não estamos sós e que temos um Deus tão poderoso que mesmo antes da palavra chegar á nossa mente para orar pedindo a intercessão dele em nossa vida em nome de seu amado filho ele ja sabe das nossas necessidades!
Então não podemos nunca sentir depressão,tristeza ,lamentações e blasfemar contra a nossa própria vida mas antes agradecer-lhe por nos dar uma nova noite ou novo dia.
sueli
Então não podemos nunca sentir depressão,tristeza ,lamentações e blasfemar contra a nossa própria vida mas antes agradecer-lhe por nos dar uma nova noite ou novo dia.
sueli
As melhores amizades que uma pessoa cadeirante faz
ao longo de sua vida é com os profissionais da área médica.Aprendemos cedo que precisaremos fazer e seguir como somos orientados pelos profissionais e estamos sempre cuidando da saúde.Somos preventivos,fazemos dieta tomamos muiita água conforme
orientação médica dos profissionais da área,estamos fazendo periodicos constantemente
porque a gente se ama e quer viver tooodo tempo possivel!
EU falo que feliz de quem se casa ou tem como companheira uma mulher deficiente pelo zelo que ela tem consigo mesmo.
Daí eu não entendo a vergonha de se assumir um namoro com a deficiente ou o deficiente ja que tem motivos para se orgulhar em ter esta companhia!!
sueli
orientação médica dos profissionais da área,estamos fazendo periodicos constantemente
porque a gente se ama e quer viver tooodo tempo possivel!
EU falo que feliz de quem se casa ou tem como companheira uma mulher deficiente pelo zelo que ela tem consigo mesmo.
Daí eu não entendo a vergonha de se assumir um namoro com a deficiente ou o deficiente ja que tem motivos para se orgulhar em ter esta companhia!!
sueli
sábado, 4 de junho de 2011
Solidão porque as pessoas buscam a solidão.
De todas as coisas ruins que um ser humano pode fazer na minha opinião é armar,falsificar criar ou mentir sobre algo que não aconteceu.Isso geralmente acontece em virtude da inveja que é o maior veneno para as pessoas na minha opinião!
Se gosta do que o outro conquistou,vá atrás conquiste até mais mas não destrua!!!Infelizmente as pessoas estão tão miseraveis que preferem destruir é mais fàcil assim e tem pessoas que se sentem bem!Mas enfim um programa na tv que aborda o tema me deu a idéia de falar á respeito aqui no blogg.conheço gente muito boa injustiçada e muito ruim como boazinha.
Por isso muitas vezes é melhor só mesmo que mal acompanhada,em todos os ambientes até mesmo na igreja cria-se grupinhos as chamadas panelinhas e me fez pensar se vale á pena estar em um ambiente em que se deveria estar todos em um só objetivo adorar á Deus mas existem tantas armaçõespara se prejudicar ás outras pessoas meu Deus quanto egoismo.Quando o homem vai se conscientizar de que o egoismo é contra toda aproximação com Jesus cristo?E o que nos afasta dele é a desobediencia e o egoismo??Mas é por causa da competição,assim eu me dou bem!!é triste e a sensação que fica é a de que melhor só que mal acompanhado!
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Se gosta do que o outro conquistou,vá atrás conquiste até mais mas não destrua!!!Infelizmente as pessoas estão tão miseraveis que preferem destruir é mais fàcil assim e tem pessoas que se sentem bem!Mas enfim um programa na tv que aborda o tema me deu a idéia de falar á respeito aqui no blogg.conheço gente muito boa injustiçada e muito ruim como boazinha.
Por isso muitas vezes é melhor só mesmo que mal acompanhada,em todos os ambientes até mesmo na igreja cria-se grupinhos as chamadas panelinhas e me fez pensar se vale á pena estar em um ambiente em que se deveria estar todos em um só objetivo adorar á Deus mas existem tantas armaçõespara se prejudicar ás outras pessoas meu Deus quanto egoismo.Quando o homem vai se conscientizar de que o egoismo é contra toda aproximação com Jesus cristo?E o que nos afasta dele é a desobediencia e o egoismo??Mas é por causa da competição,assim eu me dou bem!!é triste e a sensação que fica é a de que melhor só que mal acompanhado!
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quarta-feira, 1 de junho de 2011
ATUALIDADES SOBRE EXIGIR ADAPTAÇÕES
Norma Técnica
Código ABNT NBR 14022:2009 Emenda 1:2011
Data de Publicação : 06/01/2011
Válida a partir de : 06/02/2011
Título : Acessibilidade em veículos de características urbanas para o transporte coletivo de passageiros
Nota de Título : Esta Emenda 1 de 07.01.2011 complementa a ABNT NBR 14022:2009.
Comitê : ABNT/CB-40 Acessibilidade
Nº de Páginas : 10
Status : Em Vigor
Organismo : ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas
Preço (R$) : 0,00
Objetivo :
Código ABNT NBR 14022:2009 Emenda 1:2011
Data de Publicação : 06/01/2011
Válida a partir de : 06/02/2011
Título : Acessibilidade em veículos de características urbanas para o transporte coletivo de passageiros
Nota de Título : Esta Emenda 1 de 07.01.2011 complementa a ABNT NBR 14022:2009.
Comitê : ABNT/CB-40 Acessibilidade
Nº de Páginas : 10
Status : Em Vigor
Organismo : ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas
Preço (R$) : 0,00
Objetivo :
Pesquizar:Acessibilidade urbana-ABNT 2011
Norma Técnica
Código ABNT NBR 14022:2009 Emenda 1:2011
Data de Publicação : 06/01/2011
Válida a partir de : 06/02/2011
Título : Acessibilidade em veículos de características urbanas para o transporte coletivo de passageiros
Nota de Título : Esta Emenda 1 de 07.01.2011 complementa a ABNT NBR 14022:2009.
Comitê : ABNT/CB-40 Acessibilidade
Nº de Páginas : 10
Status : Em Vigor
Organismo : ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas
Preço (R$) : 0,00
Objetivo :
Código ABNT NBR 14022:2009 Emenda 1:2011
Data de Publicação : 06/01/2011
Válida a partir de : 06/02/2011
Título : Acessibilidade em veículos de características urbanas para o transporte coletivo de passageiros
Nota de Título : Esta Emenda 1 de 07.01.2011 complementa a ABNT NBR 14022:2009.
Comitê : ABNT/CB-40 Acessibilidade
Nº de Páginas : 10
Status : Em Vigor
Organismo : ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas
Preço (R$) : 0,00
Objetivo :
terça-feira, 31 de maio de 2011
A IMPORTÂNCIA DE UMA VIDA COM PROPÓSITO.
Todos nós fazemos parte de um maravilhoso e perfeito projeto de Deus.Ele em sua perfeição mesmo muito antes de nascermos ja sabia como morreríamos e por isso devemos agradecer todos os dias pela sustentação que nos da!Seja no nosso trabalho,na igreja,na vida social em nossas convicções politicas ou religosas .
Turismo acessivel!Na realidadeo mundodeveria ser assim!
Fácil façar das belezas do patrimônio completo que o Brasil oferece aos turistas de todo o mundo,mas um grande amigo Daniel ja me dizia sendo tambem cadeirante:Mas de que adianta tanta beleza,para alguns e inacessivel para outros!
Pensando neste detalhe andei por ai visistando a maioria das cidades centrais e de pequenas cidades me hospedando em hoteis de vários níveis e quero no decorrer de meus dias e noites estar postando aqui fotos,fatos e detalhes da acessibilidade em vários meios desta maravilha chamada Brasil!Inclusive das diferenças do tratamento de cultura para cultura quanto á nós deficientes de região para região!
Com esta experiência espero ajudar estudantes de engenharia , arquitetura e até mesmo turismo tecnico e superior na questão adequar o que adequar e como adequar este mundo para todos e todas!
sueli
Pensando neste detalhe andei por ai visistando a maioria das cidades centrais e de pequenas cidades me hospedando em hoteis de vários níveis e quero no decorrer de meus dias e noites estar postando aqui fotos,fatos e detalhes da acessibilidade em vários meios desta maravilha chamada Brasil!Inclusive das diferenças do tratamento de cultura para cultura quanto á nós deficientes de região para região!
Com esta experiência espero ajudar estudantes de engenharia , arquitetura e até mesmo turismo tecnico e superior na questão adequar o que adequar e como adequar este mundo para todos e todas!
sueli
SIGAMhttp://www.blogger.com/template-editor.g?blogID=8822215954205727064
Meu novo blogg Quando se anda com cadeira de rodas!Ele se destinará á temas que envolvam o cidadão que vive esta situação e o meio ambiente!Acessibilite procuararei passar legislação pertinente conforme atualizações existentes as PECS,os princiapais preoblemas causados pela urbanidade excludente para isso falarei do verdadeiro turismo que começa dentro de casa até o acesso ao ir e vir no meu e no seu dia-a-dia.
Na realidade o mundo ás vezes nos exclui!
Na realidade o mundo ás vezes nos exclui!
Hoje sim conheci um devotee!!
O termo devotee é explicado por fakes que faz até conferências como adorador de deficiências ou de deficientes várias sem que esta preferência implique necessariamente em envolvimento sentimental de companheirismo, respeito solidariedade,amor,simplesmente preferência sexual por uma transa irresponsável e sem envolvimento sentimental!Na opinião deste fake as pessoas envolvidas precisam entender isso para não incomoda-lo.já que as mesmas são gostosas mas complicadas carentes e ele não está disponivel nem para ouvir ninguem!Eu fui surpreendida hoje pela manhã quando li na primeira página do meu perfil 1 sueli044@gmail.comas palavras que definiam um dos meus antigos amigos,a seguinte definição dele com nome endereço e sobrenome:Rico mais o sobrenome que não lembro e quem sou:Sou devotee!Adoro mulheres deficientes,cadeirantes ,lindas paraplégicas ou tetraplégicas,admir~-as pela garra determinação e sensualidade!!Isto sim é ser devotee com nome ,endereço e o que se espera das pessoas envolvidas na relação,meus parabens á estas pessoas especias e sensiveis seres humanos que são muiito melhores que o primeiro , segundo ou terceiro fake que não sabem a dor e o sofrimento de quem vive esta situação e ainda por cima são vítimas de golpes de fakes sem noção!! parabens parceiros como alguns,Entre estes citarei Maria carmem que admiro muito,Rico e quem tem a coragem de agir desta forma amigos de verdade que se assumem e mostram á que veio!!
sueli.0456@gmail.com
sueli.0456@gmail.com
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